segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

OFÍCIO COLÉGIO BRASILEIRO CTBMF AO CFO

Acabo de ler o documento enviado para o Conselho Federal de Odontologia, escrito pelo presidente do CBCTBMF.
É com alegria que vejo os grandes nomes da Cirurgia Buco-Maxilo-Facial lutando pelo espaço conquistado através dos tempos. Espaço este, adquirido por meio de estudos e prática cirúrgica de alto nível.
Abaixo o documento na integra. Estamos aguardando a resposta do CFO.
A Diretoria do Colégio está de parabéns pelo trabalho exercido durante a gestão administrativa.
MSF
Araraquara, 23 de Outubro de 2007.

Ilmo Sr.Prof. DR Miguel Álvaro Santiago Nobre

DD Presidente do Conselho Federal de Odontologia


Conforme discutimos em reunião do dia 19/09/2007, vimos, por meio deste, oficializar as solicitações do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial junto ao Conselho Federal de Odontologia.Como é do conhecimento de Vossa Senhoria, a especialidade Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial apresenta peculiaridades que criam necessidades diferentes da maioria das especialidades da Odontologia. Essas diferenças manifestam-se no tipo de treinamento necessário aos novos profissionais, que deve ser feito em moldes de residência, bem como na atividade cirúrgica hospitalar e na interface com especialidades da Medicina que atuam sobre as mesmas regiões anatômicas, a saber: Otorrinolaringologia, Cirurgia Plástica e Cirurgia de Cabeça e Pescoço; além de uma área de atuação dessas três especialidades, que é a Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial.


É preciso considerar que presentemente nossa especialidade conta com profissionais altamente capacitados em grande número, mais do que em qualquer época anterior e é praticada e reconhecida em nível internacional. Não só desenvolveram-se os cirurgiões, serviços e cursos de formação, como também ampliou-se o escopo dos procedimentos realizados, como de resto ocorreu em todo o mundo. Apesar do grande progresso das últimas três décadas, entretanto, nunca corremos tanto risco de perder essa grande especialidade odontológica. Isso se deve a quatro coisas principalmente:a) Os trabalhos de ponta e alta qualidade dão visibilidade à especialidadeb) Especialidades médicas desejam retomar espaços que consideram ter perdido ou que nunca tiveramc) Há pressão por mercado de trabalhod) Há grande corporativismo envolvido.


Por isso mesmo, demanda-se hoje esforço significativo dos nossos profissionais e instituições, não no sentido de favorecer cegamente, mas no sentido de permitir aos cirurgiões e à Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial aquilo que tem feito por merecer pela qualidade do seu trabalho: condições para desenvolvê-lo sem limitações que sejam impostas pelo corporativismo de outras especialidades.Para tanto, necessitamos trazer à atenção do egrégio Conselho Federal de Odontologia duas de nossas necessidades primordiais, como se segue abaixo:


1) Explicitar a legislação vigenteNecessita revisão urgente a Consolidação das Normas, atualizada pelo CFO em 03/09/07. Devido à interface com as especialidades médicas que atuam nas mesmas regiões anatômicas, um dos maiores pontos de discussão é o tratamento dos traumatismos da face. A consolidação das normas cita apenas que o cirurgião buco-maxilo-facial pode tratar “lesões de origem traumática na área buco-maxilo-facial”. Isso tem levado a que, por atitude corporativa, em muitos locais o especialista seja cerceado em seu direito de trabalho com a justificativa de que só pode tratar traumas na maxila e mandíbula, “ossos que têm dentes”. Há quem exija que o mesmo traumatismo seja tratado por diferentes profissionais (se possível excluindo o cirurgião dentista), dividindo o paciente por região anatômica em flagrante descaso com o resultado final do tratamento e com o paciente. Há quem diga que mesmo as fraturas do tipo Le Fort II e III, da maxila, não podem ser tratadas pelo cirurgião buco-maxilo-facial. Assim, é preciso explicitar a participação do cirurgião buco-maxilo-facial no tratamento do traumatismo facial. Dessa forma, sugerimos as seguintes alterações, até porque esses são procedimentos que já são realizados rotineiramente pela especialidade na área da traumatologia da face:“O cirurgião buco–maxilo-facial pode tratar lesões de origem traumática da face, inclusive:

* Fraturas da parede anterior do seio frontal

* Fraturas dos ossos próprios do nariz

* Fraturas naso-etmoido-orbitárias

* Fraturas do complexo zigomático (osso zigomático e arco zigomático)

* Fraturas da cavidade orbitária

* Fraturas da maxila em seus níveis de Le Fort I, II e III

* Fraturas da mandíbula

* Fraturas alvéolo-dentárias

* Ferimentos dos tecidos moles”


“Parágrafo único: Para esse tratamento o cirurgião buco-maxilo-facial pode efetuar os acessos cirúrgicos necessários, inclusive o acesso bicoronário”.Na verdade essa redação apenas cita aquilo que de fato é feito e depende apenas do CFO, que é quem define a legislação para a especialidade, ao contrário do que pensam muitos hospitais que seguem pareceres equivocados ou corporativistas dos Conselhos Regionais de Medicina (exemplos abundam e temos alguns disponíveis se o CFO desejar consultá-los). Essas alterações deveriam ser realizadas no artigo 42.


Ainda no mesmo artigo, é preciso incluir claramente como área de competência do cirurgião buco-maxilo-facial o tratamento das infecções maxilofaciais.


2) Explicitar o que são lesões de interesse comum


Na Câmara Técnica CFO-CFM, de 1997, que resultou nas resoluções CFM 1536/98 e CFO 033/99 e na declaração conjunta CFO/CFM 1999, determinava-se que “lesões de interesse comum à Medicina e Odontologia” deveriam ser tratadas por equipe cirúrgica chefiada por médico. Ocorre que a intenção das resoluções era de que situações específicas, como a do paciente politraumatizado com lesões sistêmicas associadas ao trauma de face (por exemplo, neurológicas, torácicas, abdominais, etc) ou do paciente com tumor maligno, deveriam ser tratadas por equipe multidisciplinar sob chefia de médico. Entretanto, em muitos locais o espírito das resoluções foi abandonado conforme a conveniência do momento. Dessa forma, tenta-se, em diversos locais, classificar como “lesão de interesse comum” muitas das lesões que o cirurgião buco-maxilo-facial pode legalmente tratar, para exigir chefia de médico para a equipe, às vezes com intenção de favorecer outra especialidade. Isso ocorre principalmente na área da traumatologia e se nenhuma atitude for tomada irá estender-se às demais sub-áreas da especialidade. Dependendo da conveniência tudo passou a ser “lesão interesse comum”, da fratura do osso malar (já que envolve a cavidade orbitária) à osteotomia tipo Le Fort I da Cirurgia Ortognática (já que envolve a cavidade nasal). Vejam que até nisso se fala.


É imperativo que o Conselho Federal de Odontologia informe oficialmente qual é o significado de lesões de interesse comum e que faça gestões junto ao CFM para que também faça a mesma coisa, no sentido daquilo que foi discutido e acordado pela Câmara Técnica. Se a visão do CFM tiver mudado com respeito ao que foi definido, nova convocação da Câmara Técnica é necessária.O Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial agradece ao Conselho Federal de Odontologia o privilégio de ser órgão consultor do mesmo e vem respeitosamente solicitar que as questões acima sejam consideradas pelo Conselho. Em nome da nossa diretoria estamos à disposição para discutir as proposições acima e apresentar ao Conselho pessoalmente justificativas técnicas que referendam a sua necessidade.


Gratos pela sua atenção, reiteramos protestos de estima e consideração.


Atenciosamente,

Prof. DR Mario Francisco Real Gabrielli

Presidente do Colégio Brasileiro de Cirurgia eTraumatologia Buco-Maxilo-Facial

23 comentários:

  1. Dennys Ramon de Melo Machado20 de dezembro de 2007 14:53

    E importantissimo o trabalho politico do Colegio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial em defesa da especialidade.Sou estudante de Odontologia da Universidade Federal do Ceara e posso dizer que aqui os proprios medicos reconhecem sobre a importancia da especialidade para a ciencia atual,nao se deve deixar que uma classe corporativista tome dos odontologos de tratar os pacientes em nivel cirurgico.Sugiro que o Colegio Brasileiro de CTBMF,lute para que o CFO com a ratificaçao do CFM,baixe resoluçoes especificas que vetem aos medicos a pratica cirurgica nao usual da regiao Cranio-Cervical.E tambem haja explicaçoes minuciosas da area de CTBMF junto as ENTIDADES MEDICAS E ODONTOLOGICAS,inclusive sobre a questao de "lesoes de interesse comum",para evitar novos meios de tentar cercear nosso direito de realizar cirurgia.Continue a luta,a Odontologia nacional e a populaçao agadecem!!

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  2. Agradeço pelo comentário Dennys.
    O blog fica feliz com a sua visita e agradece pela atenção e pela luta em prol da BucoMaxiloFacial

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  3. parabens !!!
    agora so falta nosso conselho federal cair na realidade e baixar normas que definem definitivamente o papel do cirurgiao dentista buco maxilo facial

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  4. bucomaxilo é dentista; portanto tem de mexer só com dente.

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  5. O mais interessante nessa história é que o ilustre colega Mário Gabrielli teve que fazer Medicina para satisfazer seus interesses mercadológicos; no entanto, CIRURGIÃO CRÂNIO MAXILO FACIAL é médico e OBRIGATORIAMENTE deve ter especialidade com TITULO DE ESPECIALISTA em OTORRINOLARINGOLOGIA, CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO OU CIRURGIA PLÁSTICA.

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  6. Caro Anônimo.
    Crânio é área de atuação. Os Crânios são tão limitados que não conseguem abrir concurso público para a área.
    Os Hospitais públicos estão lotados Cirurgiões Buco e assim será.
    A única coisa a ser feita é resmungar.

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  7. Alías, a BUCO-MAXILO-FACIAL está consagrada como especialidade, sendo respeitada como tal. (coisa que crânio não é)... Crânio deveria mexer apenas com... ouvido,nariz,garganta (otorrino); (tecidos moles - plástica) e neoplasia (cabeça e pescoço).
    Deixa a área traumatológica e Ortognática para quem sabe... Bucos!

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  8. Respondendo ao dentista Mário Serra Ferreira:
    Para esclarecê-lo, Crânio Maxilo-Facial é uma área de atuação em que APENAS 3 ESPECIALISTAS MÉDICOS estão aptos legalmente a atuar, ou seja, o Otorrinolaringologista, o Cirurgião Plástico e o Cirurgião de Cabeça e Pescoço. Sendo assim, não basta ser médico; tem que ser "consagrado" nas especialidades supra-citadas, sendo TODAS reconhecidas pela AMB (Associação Médica Brasileira), CFM (Conselho Federal de Medicina), MEC (Ministério da Educação e Cultura) e CNRM (Conselho Nacional de Residência Médica).
    A respeito da área em traumatologia facial, favor ler o seguinte parecer abaixo:
    PARECER 05/2008 CRM-BA
    (Aprovado na Sessão Plenária 26/02/2008)

    ASSUNTO: Interface de atuação profissional entre odontólogos e médicos

    RELATOR: Cons. José Abelardo Garcia de Meneses

    EMENTA: Em equipe cirúrgica médico-odontológica a coordenação ficará sempre a cargo do médico.
    É PRERROGATIVA dos médicos que atuam em urgência/emergência a definição das prioridades na seqüência do atendimento especializado.
    É DESCABIDA a exclusão dos médicos no atendimento dos pacientes com trauma crânio-maxilo-facial.
    A atuação do cirurgião-dentista na identificação dos tumores da cavidade oral é perfeitamente válida, entretanto, as lesões malignas devem ser abordadas EXCLUSIVAMENTE pelos médicos."

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  9. Lógico que a Crânio é somente de Médico, do mesmo modo que a Buco é somente para Cirurgiões-Dentistas..ou seja, os concursos públicos continuam sendo para Bucos.
    Obrigado.

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  10. Quando a emenda fala de Médico chefiando é a presença do Anestesista em traumas BMF. E em pacientes politraumatizados a chefia pela outra especialidade...
    Mas os BMFs continuam operando os traumatismos faciais.
    E mais uma vez, agradeço a presença dos crânios neste blog. Este espaço também serve para o aprendizado de vocês....Voltem sempre.

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  11. nossa esses medicos dizem que estudam tanto e não intendem nem uma leizinha...

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  12. Isso mesmo, fiquem com o serviço público para vocês e a gente fica com os convênios, já que estes não aceitam dentistas fazendo tais procedimentos cirúrgicos. Em pouco tempo haverá uma recuperação de domínio pelos médicos dessa área; mas não fiquem receosos, pois ainda podem cursar a Medicina em qualquer faculdade particular pífia de Medicina. Existem muitas assim,por exemplo, em Araraquara, Anápolis, São Paulo, Presidente Prudente...

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  13. Que ridiculo você é, aposto que logo logo vai ser um medico arrogante e um dia vai tomar uma dura de um CTBMF por querer se meter em area que voçê não é saiba operar...
    Pro seu governo os melhores Hospital de São Paulo tem bucos sim, pode procurar...

    O principio da MEDICINA é de procurar CUIDAR e dar o melhor atendimento para as pessoas, (mesmo que os Bucos tenham que operar ao invez dos medicos) e NÃO fikar menosprezando as outras areas.

    Leve essa LIÇÃO DE MORAL pra sua vida ouviu Doutorzinho...!!!
    Estudantes de medicina como vc é que fazem os erros abominaveis que tanto aparece nos jornais e ESTRAGAM VIDAS nesse pais.

    DR.Mario não creio q vale a pena sempre fikar perdendo tempo em responder esses comentarios impertinentes e futeis. Acho que oque vale apena nesse site é a informação paras as pessoas interessadas e Colegas CDs

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  14. Alem do mais oque o convenio intende de Medicina???....nada ele intende de dinheiro só

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  15. O Cirurgião que se dedica a Cirurgia deverá atender da mesma maneira o paciente enfermo, independente se ele é oriundo do SUS, plano de saúde ou particular.
    O Cirurgião deve empenhar todos os seus esforços para curar! Se você fica feliz por atender pacientes de plano e não de SUS meu caro, então a Medicina não é para ti, infelizmente.
    Este blog não irá tolerar comentários deste teor. Aqui deverá reinar o respeito perante a classe Odontológica!

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  16. Isso ai Dr.Mario. Se o comentario dele é tão bom acho que deveria mostrar para os seus professores e dai vamos ver se ele se forma...

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  17. Dr. Mario,
    Vc não acha correto que o CFO e CFM entrem em acordo para definir qual atuação de cada profissional?
    Vc tem perspectivas para isso ?

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  18. Tenho certeza, o cirurgião buco maxilo facial deveria possuir as duas formações odontológo e medico, após isto, abaixo o dizer crânio maxilo, isto não existe sem o conhecimento de odontologia.

    Cirurgião buco maxilo c.dentista/medico mg.

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  19. Como estudante de Odontologia, o único sentimento que me aparece é o medo. Será que somos uma classe que fica a mercê de outra? A medicina faz o que quer, INVADE sem nenhuma ética ou respeito a área dos outros (e se acha no direito de defender "ato médico"),e quem deve nos representar consente, como se estivessem movidos por interesses pessoais?
    A CTBMF sempre foi um dos orgulhos da Odontologia, e quando esse episódio de predação acontece ninguém faz nada?
    Medo...

    André Luiz - Odontologia UFRJ

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  20. sou formado a 3 anos fiz estágio por 1 ano na unidade de emergência de maceió-al. só em resposta a esse anônimo Dr.acadêmico q faz vergonha ver as suturas de face realizadas por acadêmicos de medicina por favor parem de faze-las para o bem dos nossos pacientes
    Dr. watson jatobá.a sim meu Dr. é tão importante quanto o q você ta tentendo conquistar

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  21. É muito triste ver que os estudantes de medicina estão na faculdade com esse tipo de pensamento nojento e arrogante que em nada, ABSOLUTAMENTE NADA, beneficia os nossos tão queridos pacientes, que nos procuram para resolvermos seus problemas. Sinceramente, eu acho que essa forma de pensar dele, de querer tomar uma área de atuação de um outro profissional, pura insegurança. Além disso, eu creio que este indivíduo está no curso errado. Se ele só quer saber do dinheiro dos planos de saúde, deveria ter feito Ciências Contábeis. Meu caro, creio que todos nós, cirurgiões dentistas e acadêmicos de odontologia que estamos comentando no blog do Dr. Mário pensamos no melhor para os nossos pacientes, quer sejam atendidos por nós nos serviços público ou privado. Dinheiro é necessário, mas quem ama o que faz, se contenta com o pouco que ganha. Se os honorários forem altos, isso é ótimo, mas é só uma consequência do que fazemos de bom para as pessoas. A área da saúde não necessita de profissionais... necessita de missionários, pois é uma grande missão! Caro doutor acadêmico de medicina...o corpo humano é um só! Nós cuidamos do paciente, da pessoa em si...e não da boca, do pé, do nariz, etc, isoladamente. Quando cuidamos de uma parte, cuidamos de um todo! Isso ninguém ensina na faculdade...quem entende isso, aprende por si só, porque tem bom senso. Ninguém me ensinou isso. Dr. Mário Serra, creio que o senhor também pense dessa forma. Mesmo sem conhecê-lo, quero que saiba que admiro muito o seu trabalho. Eu já visitava seu blog com frequencia desde quando entrei na faculdade em 2009. Quero que saiba que suas matérias me influenciaram bastante na minha formação acadêmica e no meu interesse pela CTBMF. Fica o convite para visitar o meu blog, que foi inspirado no seu, mas com muito menos recursos. Visite: www.gec-ctbmf-huse.blogspot.com.br UM GRANDE ABRAÇO!

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  22. Lembro de quando estudei no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, o CTBMF era o último a saber do caso.
    O paciente entrava pelo PS, politrauma, era operado por todas as especialidades: ortopedia, cirurgia geral, cirurgia plástica e nós éramos os últimos a conhecer o caso, quando o paciente já estava na enfermaria.
    Às vezes, um médico lembrava-se de da Bucomaxilo e pedia uma interconsulta...
    Eu pessoalmente passava visita no quarto, lia o prontuário, conversava com o paciente e carimbava a visita.
    Lembro de uns dez casos assim.

    André Eduardo Amaral Ribeiro
    CROSP 72.704

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Dr. Mário Serra Ferreira
Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial
Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial
Especialista em Implantodontia
Mestre em Odontologia
Professor Diagnóstico e Cirurgia Bucomaxilofacial UniEvangélica